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Prevenir Acidentes e Doenças do Trabalho é Preservar a Vida!

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

O que é Segurança do Trabalho?

Data: 07/11/2011 / Fonte: Revista GF - revista proteção
O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) informa em seu site que o objetivo do Programa Segurança e Saúde no Trabalho é "proteger a vida, promover a segurança e saúde do trabalhador". Em nosso país, a legislação da Segurança do Trabalho é composta pelas Normas Regulamentadoras, conhecidas como NRs, além de leis complementares, como portarias e decretos.

Se é lei, todos sabem: deve ser seguida obrigatoriamente por todas as empresas, não importa o tamanho: vale para qualquer estabelecimento que possua a partir de um funcionário registrado. Mas seguir leis pela pura obrigação revela-se, na maioria das vezes, algo incômodo e ineficiente. É assim que muitas empresas enxergam essa área: como um "peso" que precisa ser carregado.

Entretanto, ao analisar o tema com um pouco mais de atenção, podemos perceber que sua relevância vai muito além de estar em dia com seus deveres legais. "Quando se fala em segurança do trabalho, a primeira coisa em que se deve pensar é na saúde do trabalhador. Costumo dizer que a nossa função é cuidar da vida das pessoas. Proteger o trabalhador vai trazer mais qualidade de vida e ele vai conseguir produzir mais. É uma cadeia que melhora as atividades para a empresa também." Quem define é Daniela de Almeida, engenheira de segurança do trabalho, responsável pelo Grupo Maxipas, que atua com assessoria de segurança e medicina do trabalho para todo o país.

Quando há essa conscientização, fica fácil entender por que garantir a segurança de todos dentro da sua empresa não é um gasto e sim um investimento importante para preservar não só o bem-estar dos funcionários, mas também o bom e regular funcionamento de todos os setores.

Para promover um ambiente seguro, algumas etapas básicas devem ser seguidas, como enumera Fábio Knopp, médico do trabalho e coordenador do PCMSO (Programa de Controle Médico da Saúde Ocupacional) da Ativamed e Exclusivamed, na região de Curitiba (PR): "Primeiro é feito todo o levantamento de riscos a que o funcionário está exposto. A partir dessa informação, o objetivo é tentar protegê-lo da melhor forma possível, com equipamentos de proteção individual ou coletivo, baseados exclusivamente nos riscos levantados, que variam de acordo com a função do trabalhador. Os exames que são feitos servem para ver como o funcionário entra, como ele está durante o período em que está trabalhando e como está quando futuramente vier a sair da empresa".

Tudo isso é implantado nas empresas por meio de programas específicos e obrigatórios determinados pela legislação. Os principais são o PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais) e o PCMSO. Almeida decifra o significado de tantas siglas: "O PPRA é o programa que diz quais riscos há dentro da empresa e o que é necessário fazer para minimizar esses riscos. Depois, com o PCMSO, são realizados exames médicos para controlar aqueles riscos. Por exemplo, se foi verificado um ruído que pode ser prejudicial à audição do funcionário, o médico vai solicitar uma audiometria para controlar. Uma ação é sempre ligada com a outra. Tudo para melhorar a qualidade de vida e saúde dos trabalhadores dentro da empresa".

Alteração da NR 31 por portaria

Data: 16/12/2011 / Fonte: Redação Revista Proteção


Brasília/DF - O Diário Oficial da União (DOU) publicou no dia 16 de dezembro, a Portaria 2546, de 14 de dezembro de 2011. A portaria altera o item 31.12 da Norma Regulamentadora (NR) 31, sobre Segurança e Saúde no Trabalho na Agricultura, Pecuária, Silvicultura, Exploração Florestal e Aqüicultura.
Um longo texto, com quatro anexos, tabelas, imagens e especificações, modifica o item 31.12, que trata da Segurança no Trabalho em máquinas e implementos agrícolas. Entre os princípios gerais do item, estão as proteções, dispositivos e sistemas de segurança, procedimentos de segurança e permissão de trabalho.
Segue link da portaria:

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Anexos das NRs 6,12 e 15 foram alterados

Data: 09/12/2011 / Fonte: Redação Revista Proteção


Brasília/DF - As Normas Regulamentadoras 15, 6 e 12 foram alteradas por portarias da Secretaria de Inspeção do Trabalho, vinculada ao Ministério do Trabalho e Emprego, publicadas no Diário Oficial da União de 9 de dezembro. As portarias nº 291, 292 e 293, de 8 de dezembro, alteram e incluem anexos nas referidas NRs.

A Portaria nº 291 altera o Anexo 13-A (Benzeno) da NR 15 (Atividades e Operações Insalubres) e a Portaria SIT nº 207, de 11 de março de 2011. Entre as principais mudanças está a nova redação dos subitens 4.1.2 e 4.1.2.1, que tratam sobre o cadastramento de empresas e instituições que utilizam benzeno em seus laboratórios, processos de análise ou pesquisa.

Já a Portaria nº 292 altera o Anexo I (Lista de Equipamentos de Proteção Individual) da NR 6 (Equipamento de Proteção Individual), cujo item I (EPI para Proteção Contra Quedas com Diferença de Nível) passa a vigorar com nova redação.

A Portaria nº 293, por sua vez, insere o Anexo XII (Equipamentos de Guindar para Elevação de Pessoas e Realização de Trabalho em Altura) na NR 12 (Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos). E ressalta que, até a entrada em vigor dos itens referentes ao cesto acoplado, tal equipamento somente poderá ser utilizado se for projetado, dimensionado e especificado tecnicamente por profissional legalmente habilitado.

Segue Portarias:

PORTARIA Nº 293, DE 8 DE DEZEMBRO DE 2011 – Insere o Anexo XII na NR 12 (Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos).

PORTARIA Nº 292, DE 8 DE DEZEMBRO DE 2011 – Altera o Anexo I (Lista de Equipamentos de Proteção Individual) da NR 6 (Equipamento de Proteção Individual).

PORTARIA Nº 291, DE 8 DE DEZEMBRO DE 2011 – Altera o Anexo 13–A (Benzeno) da NR 15 (Atividades e Operações Insalubres) e a Portaria SIT nº 207, de 11 de março de 2011.

http://www.protecao.com.br/site/content/galeriaarquivo/ProtecaoCategoriaArquivo.php?categoria=510

sábado, 10 de dezembro de 2011

Refletindo...

Conversando por aí é muito comum ouvirmos –“Nossa, o Ano parece que voou”, já é quase Natal outra vez!
Pensando nisso, me vi relembrando os tempos de menino. Como eram esperadas as festividades: de aniversário, Páscoa, Dia das Crianças, Natal e tantos outros eventos. O tempo parecia uma tartaruga, passava lento, preguiçoso. A ansiedade era grande e as datas esperadas sempre distantes.
Mas... a gente cresce e a mente vai sendo ocupada por outros interesses, necessidades, estudo, trabalho, cada vez mais responsabilidades.
As notícias seguiam e chegavam por carta, que demoravam uma eternidade, e talvez por isso Papai Noel nem sempre atendia.
Com o aceleramento da Vida Moderna, não precisamos mais de cartas, vemos e ouvimos em tempo quase real, independente do lugar dos fatos. Também trabalhamos muito e já não sobra tempo para esperar. Temos que fazer acontecer e isso nos obriga a enxergar grande e longe e nos afasta de detalhes pequenos e importantes da Vida, da nossa e daqueles com quem convivemos.
É por isso que estamos às portas do Natal, e quase não percebemos, a não ser pela campanha comercial sobre presentes, iguarias, etc..., embora já faça parte da tradição, sempre nos preenche com luzes multicoloridas.
Apesar de tudo, precisamos de uma pausa, ainda que breve, para nos encantarmos com uma Luz Maior, aquela que alegra a alma.
Então, aproveitando a ocasião, nós da Asplen-assessoria e consultoria, desejamos que essa Luz encante a todos e permita que as energias sejam renovadas para a caminhada em um Novo Ano!

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Doenças mentais no Trabalho

O mercado de trabalho tornou-se um foco de doenças como depressão e estresse. A tendência já se reflete em forte aumento no número de brasileiros afastados pelo INSS por esse tipo de problema de saúde, informa reportagem de Érica Fraga e Venscelau Borlina Filhopublicada na Folha(25/11/2011).

As concessões de auxílio-doença acidentário –que têm relação com o trabalho para casos de transtornos mentais e comportamentais cresceram 19,6% no primeiro semestre de 2011 em relação ao mesmo período do ano passado.

Esse aumento foi quatro vezes o da expansão no número total de novos afastamentos autorizados pelo INSS.

Nenhum outro grupo de doença provocou crescimento tão forte na quantidade de benefícios de auxílio-doença concedidos entre janeiro e junho deste ano.

“Há ondas de doenças de trabalho. A onda atual é a da saúde mental”, diz Thiago Pavin, psicólogo.

Mudanças adotadas pelo Ministério da Previdência Social em 2007 facilitaram o diagnóstico de doenças causadas pelo ambiente de trabalho. Isso levou a um forte aumento nas concessões de benefícios acidentários para todos os tipos de doença em 2007 e 2008.

Os afastamentos provocados por casos de transtornos mentais e comportamentais, por exemplo, saltaram de apenas 612 em 2006 para 12.818 em 2008. Mas, depois desse ajuste inicial, tinham subido apenas 5% em 2009 e recuado 10% em 2010.

RISCOS, DIAGNÓSTICOS E SINTOMAS

Na Tabela abaixo, um quadro com os principais fatores de risco que desenvolvem sintomatologia neuropsiquiátrica importante. Veja a conclusão da matéria na Revista NRFACIL, acessando o link da Seção MEDLINE (abaixo).



FATORES DE RISCO DE NATUREZA OCUPACIONAL

•Manganes

•Substancias asfixiantes (gás carbonico)

•Sulfeto de carbono

•Outros solventes orgânicos neurotóxicos

•Brometo de metila

•Mercúrio e seus compostos tóxicos

•solventes orgânicos neurotóxicos

•problemas relacionados a emprego e desemprego

•condições difíceis de trabalho

•ameaça de perder o emprego

•conflitos no emprego

•reação após acidente de trabalho

•assalto no trabalho

•circunstância relativa a condições de trabalho

•ritmo de trabalho penoso

•desacordo com colegas e patrões

•má adaptação à organização de trabalho


fonte: http://www.nrfacil.com.br/blog

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Dia 27 de Novembro: Dia do Técnico de Segurança do Trabalho e Engenheiro de Segurança do Trabalho!



A ASPLEN PARABENIZA TODOS OS PROFISSIONAIS DA ÁREA DE SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO!

Fonte: Ilustração: Beto Soares/Estúdio Boom

quinta-feira, 24 de novembro de 2011


Poeiras pode explodir, sim! Não são todas, mas para algumas, basta juntarmos certas condições para a explosão ocorra.

Poeira de qualquer substância que possa ser mantida queimando quando você coloca fogo, explodirá sob as circunstâncias certas.

Duas coisas são necessárias para esta explosão:

•A poeira deve ser fina o suficiente;
•Deve ser misturada à quantidade certa de ar.

A poeira não explodirá quando estiver no chão ou em camadas sobre as coisas. Mas se você movimentá-la de alguma forma, formando uma nuvem no ar, você terá uma condição explosiva. Adicione uma centelha ou uma chama a esta condição e ela poderá explodir.

A poeira de madeira, por exemplo, não precisa ser tão fina quanto a poeira de carvão.

As partículas de poeira têm que estar próximas o bastante para que se obtenha a quantidade certa de oxigênio para queimar.

Os pós de metais podem ser explosivos se forem finos o bastante para passar através de uma tela de 500 mesh.

Estas poeiras são explosivas da mesma forma que a madeira e o carvão. Pós de magnésio, alumínio e bronze são muito explosivos.

Sempre que uma poeira explosiva é lançada no ar, a mistura certa com o ar provavelmente ocorrerá em algum ponto de nuvem formada - durante um segundo ou dois pelo menos. Nesses casos, você terá o necessário para a ocorrência de um incêndio ou explosão.

Se houver muita poeira a sua volta, você terá duas explosões: uma pequena, mas o suficiente para lançar mais poeira no ar. Aí acontece a explosão maior e mais perigosa.

A poeira em áreas abertas criará apenas uma grande labareda. Em espaços fechados, como numa mina de carvão, a poeira poderia produzir pressões que nenhum bloco de concreto suportaria.

Os edifícios novos, que alojam processos e apresentam este risco, assim como moinhos, elevadores de cereais e oficinas de usinagem de metais, são projetados com seções de paredes ou teto que se abrem e deixam a pressão sair, antes que atinjam um nível muito alto.

As explosões de poeira podem ser evitadas se os três princípios abaixo forem aplicados:

•Mantenha a poeira separada do ar o máximo possível;
•Não deixe a poeira se acumular, limpando-a sempre;
•Mantenha as fontes de ignição afastadas.

Para limpar poeiras explosivas, use uma vassoura de fibra macia ou um aspirador de pó - nunca use vassoura ou espanador do tipo doméstico.

fonte: http://www.temseguranca.com/2011/11/dds-cuidado-com-poeiras-explosivas.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+segurancatrabalho+%28SEGURAN%C3%87A+DO+TRABALHO%29

fonte da imagem: http://blogdeourolandia.blogspot.com/2011/04/bomba-mucio-azevedo-revela-que-e-feliz.html

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Estresse é uma das principais causas de acidentes de trabalho

fonte: Data: 22/11/2011 / Fonte: Segs
www.protecao.com.br

O estresse é uma das principais causas de acidentes no ambiente de trabalho e uma das maiores preocupações das equipes de saúde e de segurança profissional, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS). Sobrecarga, monotonia e desvalorização do profissional estão entre as principais causas. Cerca de 70 % dos brasileiros sofrem com o problema. Segundo a Associação Internacional de Gerenciamento do Estresse (ISMA - da sigla em inglês), com sede nos Estados Unidos, o Brasil só perde para o Japão no número de trabalhadores com estresse.


"Qualquer desequilíbrio emocional pode diminuir o rendimento de um profissional. Quanto ao estresse não é diferente", comenta o Dr. Marcelo Pustiglione, médico homeopata e professor de Medicina do Trabalho da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Ele explica que, se não diagnosticado corretamente e tratado a tempo, o estresse pode se converter em doença com muita facilidade. "No campo da saúde ocupacional, ele está entre os riscos psicossociais. É uma adaptação insatisfatória, que causa tensões fisiológicas que podem originar outras doenças".


O Dr. Pustiglione observa que os eventos estressantes são diferentes para cada pessoa. "A resposta a estressores é individual, dependendo da predisposição e da suscetibilidade de cada um. Assim, o que provoca estresse em uma pessoa pode ser um desafio bem-vindo para outra". Para ele, quanto mais for flexível, mais o indivíduo poderá reagir positivamente e manter o controle diante de eventos adversos.



Profissionais felizes produzem mais

"É inegável que o trabalhador satisfeito, saudável e feliz produz mais e se acidenta menos. O estresse não é sempre ruim" Segundo o especialista, ele pode contribuir para aumentar a percepção e o nível de alerta no trabalho, melhorando o desempenho profissional, por exemplo. "Tanto as habilidades mentais quanto as físicas melhoram quando estamos espertos e com a adrenalina na medida certa. Assim, metas e desafios clara e objetivamente propostos fazem parte dos `estressores do bem’".


Homeopatia para estresse é melhor opção

"Para estresse, medicamento homeopático deve ser primeira opção terapêutica, pois ele é eficiente para harmonizar o eixo psico-neurendócrino-imunitário", afirma o Dr. Pustiglione. Ele lembra ainda que, o medicamento é um dos elementos do plano terapêutico sendo fundamental a eliminação ou redução dos estressores que são, ao mesmo tempo, as causalidades do desequilíbrio e os obstáculos à cura.

Aplicativo "asplen pcd" para cálculo de dose e Níveis de Pressão Sonora

A Asplen disponibiliza aos interessados (TST, estudantes,etc) o aplicativo asplen pcd para cálculo de dose e Níveis de Pressão Sonora. Para obtê-lo gratuitamente faça sua solicitação através do e-mail: asplen.assessoria@hotmail.com


(aplicativo asplen pcd)

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Exposição prolongada a ruídos de baixo risco pode causar perda auditiva

Data: 22/11/2011 / Fonte: Agência Notisa - www.protecao.com.br


Um estudo feito por participantes do programa de pós-graduação em Distúrbios da Comunicação Humana da Universidade Tuiuti do Paraná (UTP) e publicado em setembro deste ano na Revista da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia estudou a mudança do limiar auditivo de trabalhadores expostos a diferentes frequências de ruídos.

Os 266 trabalhadores da área frigorífica que participaram do estudo, entre homens e mulheres, foram divididos em três grupos: (1) expostos a ruídos entre 79 e 84,9 decibéis (dB(A)), nível considerado seguro pela Fundacentro, no Brasil; (2) expostos a ruídos entre 85 e 90 dB(A) e (3) expostos a ruídos na faixa de 90 a 98,8 dB(A), todos a um período de trabalho de oito horas. Segundo dados do artigo, os ambientes frigoríficos apresentam ruídos contínuos acima de 80 dB(A), o que pode promover perdas de audição.

Flávia Cardoso Oliva, uma das autoras do artigo, e colegas alertam sobre os riscos existentes na exposição a sons muito altos: "O risco de desenvolver perda auditiva em razão de exposição a ruído no ambiente de trabalho aumenta conforme o tempo de exposição em anos. Daí a necessidade do controle do ruído e do monitoramento auditivo anual. Entende-se como monitoramento auditivo a análise dos exames auditivos sequenciais comparados com o exame de referência, possibilitando a tomada de decisões em relação à audição do trabalhador", afirmam na publicação.

Durante a pesquisa, a equipe realizou 63 exames. Os resultados mostraram que nos grupos 1 e 2 existia um início de desordem auditiva, pois não apresentavam queixas de zumbido nos ouvidos ou sensação de perda da capacidade auditiva, apesar da alta exposição a ruídos frequentes. Já o grupo 3 apresentou maior agravamento auditivo bilateral entre o primeiro e o último exame.

Assim, os pesquisadores concluem que, por haver piora auditiva nos três grupos de trabalhadores, mesmo entre os funcionários expostos a ruídos considerados dentro dos limites permissíveis no Brasil, deveria ser implantado um programa de orientação e treinamento para prevenir possíveis alterações do limiar auditivo.